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sexta-feira, 20 de setembro de 2013
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Venha comemorar o Aniversário do CEU ...!!!
A Festa é sua !!!
O CEU Parque Veredas João Antônio da Silva comemora 10 Anos e a festa é sua ... Venha comemorar
Eu Fui para o Rock na Leminski !!!
Rock na Biblioteca Paulo Leminski: Eu Fui !!!
A exposição do Rock encantou os alunos das unidades escolares e os visitantes da Biblioteca Paulo Leminski no CEU Parque Veredas.
Ao longo da exposição foram exibidas fotos e uma apresentação que contou a história sobre as origens do Rock e sua evolução, passando por Bill Haley, Elvis Presley, Raul Seixas entre outros nomes e bandas que fizeram e fazem desse estilo de música cada vez mais dançante e eletrizante.
A história do Rock no Brasil sendo lida no telão pelas crianças: Curiosidades e descobertas...
A exposição do Rock encantou os alunos das unidades escolares e os visitantes da Biblioteca Paulo Leminski no CEU Parque Veredas.
Ao longo da exposição foram exibidas fotos e uma apresentação que contou a história sobre as origens do Rock e sua evolução, passando por Bill Haley, Elvis Presley, Raul Seixas entre outros nomes e bandas que fizeram e fazem desse estilo de música cada vez mais dançante e eletrizante.
A história do Rock no Brasil sendo lida no telão pelas crianças: Curiosidades e descobertas...
Olhar atento do grande roqueiro Brasileiro, Raul Seixas, e seu inconfundível
Plunct Plact Zum:
![]() |
| Desenho do artista e funcionário da Biblioteca Milton Souza |
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Dia Mundial do Rock
Venha para o Rock !!!
Em homenagem ao dia Mundial do Rock comemorado no último dia 13/07/2013 a Biblioteca Paulo Leminski montou uma exposição para apresentar aos alunos do Recreio nas Férias curiosidades desse estilo tão empolgante que é o Rock and Roll.
A exposição conta com desenhos do artista e funcionário da
biblioteca Milton Souza, que
retratou com sua arte e genialidade, imagens clássicas do rock como a famosa
foto dos Beatles atravessando a Abbey Road em Londres, A boca, símbolo da banda
inglesa Rolling Stones, sem jamais esquecer um dos maiores nomes do rock
nacional, o Maluco Beleza, Raul Seixas.
Ainda contamos com um Baú fotográfico da gestora, Samira Saleh , que fez parte do fã Clube da Legião Urbana
e possui registros preciosos em uma pasta que aqui está para contemplação de
todos.
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Filipe, estudante do ensino médio, convida interessados em temas de vestibular para partilha de conhecimento na Biblioteca Paulo Leminski – Ceu Parque Veredas.
Proposta:
• Encontros de segunda a sexta-feira das 13h às 19h;
• 3 horas de estudos para cada disciplina;
• Conteúdo para os próximos dias:
a) Funções do 1º e 2º Graus ( Matemática);
b) Leitura do livro 1808, de Laurentino Gomes e comparação de tópicos tratados pelo romance e pelos conteúdos de livros didáticos ( História);
c) Resolução de exercícios;
d) Demais disciplinas a definir.
terça-feira, 21 de maio de 2013
Daqui a pouco o Peixe Pula ...!
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Biblioteca como um espaço para fruição da poética da vida real
A Biblioteca Paulo Leminski receberá o projeto Daqui a Pouco o Peixe
Pula. Instalação multilinguagens que consiste na utilização da
biblioteca como um espaço para fruição da poética da vida real. A
idéia parte da utilização das narrativas orais dos moradores das
regiões de várzea que sofreram com a última enchente de 2010,
principalmente os moradores do bairro Jardim Romano. A partir dessas
narrativas orais, recolhidas durante a primeira fase do projeto, será
construída uma intervenção que abrigará exposição, sarau, e roda de
histórias. Segue programação:
Segunda - 20.05
Montagem da instalação (9h-12), abertura 14h-17h
Terça - 21.05
Sarau do Peixe (recital, improvisos musicais, etc) - 15h às 17h
Instalação aberta para visitações 10h-17h
Quarta - 22.05
Roda de histórias 8h-9h
Apresentação do espetáculo DAQUI A POUCO O PEIXE PULA, classificação
livre - 17h
Instalação aberta para visitações 10h-17h
Quinta - 23.05
Instalação aberta para visitações 10h-17h
Sexta - 24.05
Instalação 10h-12h
Sábado - 25.05
Desmontagem
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
Feliz Natal e Próspero Ano Novo !
A Equipe da
Biblioteca Paulo Leminski do CEU Parque Veredas deseja a todos um Feliz Natal !!!
Um Ano Novo Próspero cheio de Realizações a todos que fazem
parte dessa Viagem encantadora chamada: Leitura!
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Recreio nas Férias
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
A história do livro - Outubro
Para aprender um pouco mais sobre de onde vieram os livros os alunos da EMEF e da E.E. República do Suriname participaram da História do livro, desde da pintura rústica nas cavernas, passando pelos sumérios com a escrita cuneiforme, os gregos com o alfabeto e a prensa de Gutenberg.
Leitura de Poesias - Outubro
A poesia encanta pelas rimas e aproxima o leitor da leitura e foi com esse intuito que lemos poesias para as crianças da EMEI usando o Livro de poesia brasileira para crianças onde encontramos grandes poetas como: Cecília Meireles, Carlos Drummond, Vinícius de Moraes entre outros.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Recreio nas Férias
O tempo passou e o recreio nas férias acabou. Foram dias de muita diversão e alegria que deixaram saudades, mas logo virão outros dias, outras férias e mais folia.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Kelly Orassi na Biblioteca
No dia 27 de Abril a Contadora de História Kelly Orassi esteve na Biblioteca Paulo Leminski e encantou as crianças com suas histórias.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Educar, um ato de amor
Por Tia Dag (Presidente da Casa do Zezinho)
Se me perguntarem por que faço tudo o que eu faço, por que trabalho como uma louca, direi sem pestanejar que é por amor. Trabalho por amor. Educação é amor. Toda a minha vida, privada ou pública, familiar ou profissional, só vale proporcionalmente ao amor que nela coloquei ou encontrei. Educar para mim não se restringe a um dever. Educo por amor. Ao amor não damos ordens, não podemos comandá-lo. Quanto mais colocamos amor no ato de educar, menos ele se torna uma obrigação.
Como poderia escolher entre os meus vários amores, ainda que entre vários desejos diferentes, minhas netas, meu filho, meu marido, minha equipe de trabalho, as crianças e os jovens – em função deles? Enquanto o dever de ensinar é para mim uma obrigação, o amor de ensinar é a plena liberdade. É claro que dever e amor se complementam. Ambos são necessários. O amor é o próprio bem, já o dever é uma imposição da nossa consciência.
O ato de amor de educar é dar-se a si mesma. Que mãe alimenta o filho por dever? O ato generoso de escutar uma criança, de sentir seus medos e sonhos, faz do educador um privilegiado. Parar a aula, parar o pensamento para dar atenção a um pequenininho é essencial como escutar o barulho da folha caindo. O educador que conquista o silêncio amoroso com seus alunos atinge o amor quieto. Não precisará mais gritar. A sedução, o encanto, o despertar da natureza de cada aluno são o ato de amizade que a educação oferece. Amar uma criança é praticar de bom grado todos os meus deveres de educadora para com ela.
Você não pode dizer que devemos fazer alguma coisa pelas crianças pobres, porque o mandamento de que devemos é em si contraditório.
O amor não é um mandamento, é um ideal que nos guia e nos ilumina.
Feliz Natal e Um Próspero Ano Novo!
Biblioteca Paulo Leminski
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Municípios sem biblioteca não receberão recursos do MinC
Rede Notícias - 02/11/2010
O ministro da Cultura, Juca Ferreira, assinou, nesta quinta (02/12), no Ministério da Cultura (MinC), uma portaria que suspende o repasse de recursos para a prefeitura que não tiver pelo menos uma biblioteca pública municipal (BPM) em funcionamento. Desde abril, o MinC investiu R$ 21 milhões no envio de 2 mil livros, mobiliário, TV, DVD e computador para todas as 420 prefeituras que, segundo o Censo Nacional das Bibliotecas Públicas Municipais, realizado pela Fundação Getúlio Vargas, não possuíam biblioteca. Dessas, 403 prefeituras já receberam o kit. Até o final deste ano, o ministério ainda enviará os equipamentos para os 17 municípios restantes. O desafio de assegurar bibliotecas em todos os municípios do país havia sido lançado há quase duas décadas, pelo escritor Affonso Romano de Sant’Anna, então presidente da Fundação Biblioteca Nacional (FBN).
“É importante ressaltar que esta portaria não tem caráter punitivo. Ela premia quem está no caminho correto e reforça o compromisso já existente entre o governo federal e os municípios”, afirma o ministro Juca Ferreira. “O acesso a bibliotecas é essencial para garantir o desenvolvimento do Brasil”, completa.
O envio do material necessário para a implantação das BPMs, pelo MinC, tem como contrapartida do município a responsabilidade de manter o espaço físico adequado e garantir os recursos para o seu funcionamento. Entretanto, há casos de municípios que, mesmo tendo recebido todo o material para implantar a BPM, não cumprem as contrapartidas e sequer inauguram sua biblioteca. Em outros casos, a inauguração é realizada, mas a biblioteca é fechada ou extinta, tempos depois. De acordo com o Censo Nacional, dos 420 municípios sem biblioteca, apenas 11 nunca tiveram o equipamento. O restante fechou ou extinguiu a sua biblioteca.
Através do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP), o MinC detectou que alguns dos equipamentos estaduais estão defasados, por isso a exigência também se estenderá aos 27 estados e Distrito Federal para que mantenham as bibliotecas públicas estaduais abertas e em funcionamento. Em geral, essas bibliotecas são a referência e sede de todo o sistema estadual.
“O MinC dá o apoio para abrir e para equipar, mas é preciso ter a contrapartida. Estamos criando a consciência da importância de se ter uma biblioteca aberta nos estados e municípios”, explica o ministro Juca Ferreira. Para ele, é fundamental instituir uma política pública que garanta o acesso à cultura. “A biblioteca é um ambiente democrático para ampliar o acesso aos livros e formar novos leitores”, avalia Juca. O ministro acrescenta que há ainda outros dois ambientes de formação: a família e a escola.
A portaria que institui o funcionamento da biblioteca pública como pré-requisito para que a prefeitura ou estado receba recursos do Ministério da Cultura é o primeiro dispositivo desse tipo a ser aplicado a todos os requerentes.
Fonte: Rede Notícias
O ministro da Cultura, Juca Ferreira, assinou, nesta quinta (02/12), no Ministério da Cultura (MinC), uma portaria que suspende o repasse de recursos para a prefeitura que não tiver pelo menos uma biblioteca pública municipal (BPM) em funcionamento. Desde abril, o MinC investiu R$ 21 milhões no envio de 2 mil livros, mobiliário, TV, DVD e computador para todas as 420 prefeituras que, segundo o Censo Nacional das Bibliotecas Públicas Municipais, realizado pela Fundação Getúlio Vargas, não possuíam biblioteca. Dessas, 403 prefeituras já receberam o kit. Até o final deste ano, o ministério ainda enviará os equipamentos para os 17 municípios restantes. O desafio de assegurar bibliotecas em todos os municípios do país havia sido lançado há quase duas décadas, pelo escritor Affonso Romano de Sant’Anna, então presidente da Fundação Biblioteca Nacional (FBN).
“É importante ressaltar que esta portaria não tem caráter punitivo. Ela premia quem está no caminho correto e reforça o compromisso já existente entre o governo federal e os municípios”, afirma o ministro Juca Ferreira. “O acesso a bibliotecas é essencial para garantir o desenvolvimento do Brasil”, completa.
O envio do material necessário para a implantação das BPMs, pelo MinC, tem como contrapartida do município a responsabilidade de manter o espaço físico adequado e garantir os recursos para o seu funcionamento. Entretanto, há casos de municípios que, mesmo tendo recebido todo o material para implantar a BPM, não cumprem as contrapartidas e sequer inauguram sua biblioteca. Em outros casos, a inauguração é realizada, mas a biblioteca é fechada ou extinta, tempos depois. De acordo com o Censo Nacional, dos 420 municípios sem biblioteca, apenas 11 nunca tiveram o equipamento. O restante fechou ou extinguiu a sua biblioteca.
Através do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP), o MinC detectou que alguns dos equipamentos estaduais estão defasados, por isso a exigência também se estenderá aos 27 estados e Distrito Federal para que mantenham as bibliotecas públicas estaduais abertas e em funcionamento. Em geral, essas bibliotecas são a referência e sede de todo o sistema estadual.
“O MinC dá o apoio para abrir e para equipar, mas é preciso ter a contrapartida. Estamos criando a consciência da importância de se ter uma biblioteca aberta nos estados e municípios”, explica o ministro Juca Ferreira. Para ele, é fundamental instituir uma política pública que garanta o acesso à cultura. “A biblioteca é um ambiente democrático para ampliar o acesso aos livros e formar novos leitores”, avalia Juca. O ministro acrescenta que há ainda outros dois ambientes de formação: a família e a escola.
A portaria que institui o funcionamento da biblioteca pública como pré-requisito para que a prefeitura ou estado receba recursos do Ministério da Cultura é o primeiro dispositivo desse tipo a ser aplicado a todos os requerentes.
Fonte: Rede Notícias
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Dia do Saci
29 de Outubro - Dia Nacional do Livro
Em comemoração ao Dia Nacional do Livro a Biblioteca Paulo Leminski distribuiu alguns livros para o seu público diário. Foram vários títulos dos clássicos da literatura brasileira, entre eles O Cortiço (Aluízio de Azevedo), A mão e a luva (Machado de Assis), e literatura infantil O Menino Maluquinho do Ziraldo. Confiram as fotos.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Recanto Nordestino
Em homengem ao Dia do Nordestino, comemorado em 8 de outubro foi criada a exposição " Recanto Nordestino", com alguns objetos típicos da região nordeste e o famoso Bumba-meu-boi para completar o cenário.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Bibliotecas que twittam
Tweets, SMS e aplicativos para celular são as armas das bibliotecas norte-americanas para cativar pessoas que torcem o nariz para fichas de papel. E parece que a tática está funcionando. Desde que começaram a se moldar à geração iPod, essas instituições, em geral associadas ao silêncio, já viram milhares de pessoas baixarem músicas gratuitamente de seus sites. Isso sem falar nas longas filas que se formam para emprestar e-readers. Assim, aos poucos, as bibliotecas se afastam da lista de coisas que podem ser eliminadas pelos desdobramentos da internet.
“As pessoas têm uma imagem antiquada de bibiliotecas, de um lugar que não tem nada além de livros e microfichas”, diz Hiller Goodspeed, designer de 22 anos que mora em Orlando, na Flórida, e usa o aplicativo da biblioteca de Orange County para descobrir filmes estrangeiros. Dados do Instituto de Serviços de Museus e Bibliotecas dos EUA mostram que as visitas e a circulação em bibliotecas cresceu 20% entre 1998 e 2008.
De lá para cá, segundo especialistas, a tecnologia continuou a estimular o aumento da frequencia, da circulação e do uso desses espaços. “A tecnologia também está trazendo de volta à biblioteca pessoas que em algum momento deixaram de achar que esse lugar era relevante para elas”, diz Chris Tonjes, diretor de tecnologia da informação da biblioteca pública de Washington.
Bibliotecas públicas têm fornecido acesso gratuito à internet e emprestado filmes e músicas já há anos. Nos EUA, elas têm adotado rapidamente as novas mídias desde o surgimento do VHS e do vinil. Agora, a esfera digital está se expandindo: 82% das mais de 16 mil bibliotecas públicas norte-americanas têm Wi-Fi – quatro anos atrás, apenas 37% ofereciam acesso gratuito à internet sem fio, segundo a Associação Americana de Bibliotecas.
Desde a crise econômica, que afetou o país no fim de 2007, as pessoas passaram a procurar cada vez mais as bibliotecas para acessar a internet e testar novos equipamentos digitais.
Em Princeton, New Jersey, 44 pessoas estão na fila para emprestar Kindles. Roya Karimian, 32, lê as primeiras páginas de um livro no leitor da Amazon, depois de dois meses de espera. “Eu já li esse livro, mas queria saber como é a experiência de uso do Kindle”, afirma.
Aplicativo. Um crescente número de bibliotecas está criando aplicativos ou versões de seus sites para smartphones, diz Jason Griffey, autor do livro Mobile Technology and Libraries (Tecnologia Móvel e Bibliotecas). Ninguém aponta o número exato, mas uma pesquisa entre os aplicativos da App Store da Apple mostra opções de mais de uma dúzia de instituições do tipo.
A biblioteca pública de Grandview Heights, em Columbus, Ohio, gastou US$ 4.500 (um terço do que já investiu comprando CDs) para permitir que seus usuários baixem todo seu acervo de músicas por meio de um serviço chamado Freegal.
Redes sociais para leitores também estão pipocando. Jennifer Reeder, 35 anos, monitora seu ritmo de leitura por meio do Goodreads.com: neste ano, até agora, foram 12.431 páginas, a maior parte delas de livros emprestados em bibliotecas. “Quando eu era criança, as bibliotecas eram apenas um lugar para ir fazer a lição de casa”, diz. Agora, ela empresta audiolivros direto no iPod de seus filhos e alimenta sua lista de músicas no iTunes fazendo downloads gratuitos em sites de bibliotecas.
Estrutura. Até a sobriedade arquitetônica dos prédios tijolinhos está mudando. Frequentados por jovens plugados a fones de ouvido, as áreas de estudo ganham ares de café, enquanto os frequentadores em busca de silêncio acabam relegados a alguns poucos cantos menos movimentados. As estações de empréstimo lembram caixas de supermercado, com livros e DVDs sendo passados pelos leitores de códigos de barra no lugar das compras da família. As bibliotecas estão desenhando novas alas que focam o uso híbrido de tecnologias, dedicando cada vez mais espaço a laboratórios de computação e salas de reunião.
A biblioteca central de Seattle tem cerca de 400 computadores públicos, alguns deles instalados em plena cafeteria. No prédio antigo, eram apenas 75 computadores disponíveis. O novo prédio foi inaugurado em 2008 e está mais próximo do museu Guggenheim Bilbao, de Frank Gehry, do que dos imponentes prédios de tijolos que costumam ser associado a bibliotecas.
“A função tradicional da biblioteca, de ser um lugar a que as pessoas vão em busca de informação e aprendizado ou para se perder entre livros, continua”, afirma Tonjes, da biblioteca pública de Washington. “Só que agora isso não está mais limitado ao espaço físico da instituição”.
/JEANNIE NUSS (ASSOCIATED PRESS)
Fonte: http://blogs.estadao.com.br/link/bibliotecas-que-twittam/
“As pessoas têm uma imagem antiquada de bibiliotecas, de um lugar que não tem nada além de livros e microfichas”, diz Hiller Goodspeed, designer de 22 anos que mora em Orlando, na Flórida, e usa o aplicativo da biblioteca de Orange County para descobrir filmes estrangeiros. Dados do Instituto de Serviços de Museus e Bibliotecas dos EUA mostram que as visitas e a circulação em bibliotecas cresceu 20% entre 1998 e 2008.
De lá para cá, segundo especialistas, a tecnologia continuou a estimular o aumento da frequencia, da circulação e do uso desses espaços. “A tecnologia também está trazendo de volta à biblioteca pessoas que em algum momento deixaram de achar que esse lugar era relevante para elas”, diz Chris Tonjes, diretor de tecnologia da informação da biblioteca pública de Washington.
Bibliotecas públicas têm fornecido acesso gratuito à internet e emprestado filmes e músicas já há anos. Nos EUA, elas têm adotado rapidamente as novas mídias desde o surgimento do VHS e do vinil. Agora, a esfera digital está se expandindo: 82% das mais de 16 mil bibliotecas públicas norte-americanas têm Wi-Fi – quatro anos atrás, apenas 37% ofereciam acesso gratuito à internet sem fio, segundo a Associação Americana de Bibliotecas.
Desde a crise econômica, que afetou o país no fim de 2007, as pessoas passaram a procurar cada vez mais as bibliotecas para acessar a internet e testar novos equipamentos digitais.
Em Princeton, New Jersey, 44 pessoas estão na fila para emprestar Kindles. Roya Karimian, 32, lê as primeiras páginas de um livro no leitor da Amazon, depois de dois meses de espera. “Eu já li esse livro, mas queria saber como é a experiência de uso do Kindle”, afirma.
Aplicativo. Um crescente número de bibliotecas está criando aplicativos ou versões de seus sites para smartphones, diz Jason Griffey, autor do livro Mobile Technology and Libraries (Tecnologia Móvel e Bibliotecas). Ninguém aponta o número exato, mas uma pesquisa entre os aplicativos da App Store da Apple mostra opções de mais de uma dúzia de instituições do tipo.
A biblioteca pública de Grandview Heights, em Columbus, Ohio, gastou US$ 4.500 (um terço do que já investiu comprando CDs) para permitir que seus usuários baixem todo seu acervo de músicas por meio de um serviço chamado Freegal.
Redes sociais para leitores também estão pipocando. Jennifer Reeder, 35 anos, monitora seu ritmo de leitura por meio do Goodreads.com: neste ano, até agora, foram 12.431 páginas, a maior parte delas de livros emprestados em bibliotecas. “Quando eu era criança, as bibliotecas eram apenas um lugar para ir fazer a lição de casa”, diz. Agora, ela empresta audiolivros direto no iPod de seus filhos e alimenta sua lista de músicas no iTunes fazendo downloads gratuitos em sites de bibliotecas.
Estrutura. Até a sobriedade arquitetônica dos prédios tijolinhos está mudando. Frequentados por jovens plugados a fones de ouvido, as áreas de estudo ganham ares de café, enquanto os frequentadores em busca de silêncio acabam relegados a alguns poucos cantos menos movimentados. As estações de empréstimo lembram caixas de supermercado, com livros e DVDs sendo passados pelos leitores de códigos de barra no lugar das compras da família. As bibliotecas estão desenhando novas alas que focam o uso híbrido de tecnologias, dedicando cada vez mais espaço a laboratórios de computação e salas de reunião.
A biblioteca central de Seattle tem cerca de 400 computadores públicos, alguns deles instalados em plena cafeteria. No prédio antigo, eram apenas 75 computadores disponíveis. O novo prédio foi inaugurado em 2008 e está mais próximo do museu Guggenheim Bilbao, de Frank Gehry, do que dos imponentes prédios de tijolos que costumam ser associado a bibliotecas.
“A função tradicional da biblioteca, de ser um lugar a que as pessoas vão em busca de informação e aprendizado ou para se perder entre livros, continua”, afirma Tonjes, da biblioteca pública de Washington. “Só que agora isso não está mais limitado ao espaço físico da instituição”.
/JEANNIE NUSS (ASSOCIATED PRESS)
Fonte: http://blogs.estadao.com.br/link/bibliotecas-que-twittam/
sábado, 18 de setembro de 2010
Exposição Itinerante

Xilo, cordel e repente
Na Biblioteca Paulo Leminski do CEU Pq. Veredas de 08 a 30 de setembro
Xilogravura é a técnica de gravura na qual se utiliza madeira como matriz e possibilita a reprodução da imagem gravada sobre papel ou outro suporte adequado. É um processo muito parecido com um carimbo.
Literatura de cordel é um tipo de poesia popular, originalmente oral, e depois impressa em folhetos rústicos ou outra qualidade de papel, expostos para venda pendurados em cordas ou cordéis, o que deu origem ao nome originado em Portugal, que tinha a tradição de pendurar folhetos em barbantes. No Nordeste do Brasil, o nome foi herdado (embora o povo chame esta manifestação de folheto), mas a tradição do barbante não perpetuou. Ou seja, o folheto brasileiro poderia ou não estar exposto em barbantes. São escritos em forma rimada e alguns poemas são ilustrados com xilogravuras, o mesmo estilo de gravura usado nas capas. As estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos. Os autores, ou cordelistas, recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola, como também fazem leituras ou declamações muito empolgadas e animadas para conquistar os possíveis compradores.
Repente (conhecido também como desafio) é uma tradição folclórica brasileira cuja origem remonta aos trovadores medievais. Especialmente forte no nordeste brasileiro, é uma mescla entre poesia e música na qual predomina o improviso – a criação de versos "de repente".
O repente possui diversos modelos de métrica e rima, e seu canto costuma ser acompanhado de instrumentos musicais
Quando o instrumento usado é o pandeiro, o repente é chamado de coco de embolada; acompanhado do violão, denomina-se Cantoria.
Ficha Técnica:
Produção, curadoria e textos - Césas Obeid
Assitente de produção - Eduardo Ver
Xilos - Eduardo Ver, Jerônimo Soares, Nino Soares e Valdeck de Garanhuns
Costureiras - Flora Santos e Kelita Souza
Agradecimentos - Atelier Piratininga e Espaço Coringa
Realização - Coordenadoria do Sistema Minicipal de Bilbiotecas da Prefeitura de São Paulo
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Santil, analfabeto, empresta nome à primeira biblioteca de Capão Seco
Marcelo Abreu
Ele estava por demais ansioso. O sono foi interrompido na madrugada. E olha que nunca teve insônia. Tomou calmante, coisa que nunca fez a vida inteirinha. Era preciso acalmar a emoção. Segurar o coração, mesmo sendo uma rocha. E chegou a hora. Lá estava ele, de paletó preto, sapatos também da mesma cor, recém-engraxados, e chapéu panamá. Parecia um lorde. Na verdade, ele é um lorde. No meio daquela gente importante e letrada, ele seria o mais importante. As homenagens eram pra ele, o homem que lutou, há quase meio século, contra a ditadura e levou o saber àquele fim de mundo.
Durante a inauguração da biblioteca que ganhou seu nome, Santil, de 87 anos, comemora o feito de ter levado as letras a toda a comunidade: libertação - (Cadu Gomes/CB/D.A Press )
Durante a inauguração da biblioteca que ganhou seu nome, Santil, de 87 anos, comemora o feito de ter levado as letras a toda a comunidade: libertação.
Na manhã de ontem, o homem que nunca leu, nunca escreveu uma frase — nem o próprio nome — virou nome de biblioteca, a única daquele lugar tão improvável. Em pé, diante dos nove filhos, dos netos, dos professores, “de uma gente estudada e sabida”, ele disse, como agradecimento: “Eu não sei ler, mas o coração sabe sentir. Deus vai proteger todos vocês. Que ninguém mais passe pela vida sem conhecer as letras”. Arrancou aplausos e lágrimas da platéia.
Que história é essa, afinal? Que homem é esse? Onde fica esse lugar improvável? Estamos no Capão Seco, a 70km de Brasília, zona rural do Paranoá. Lá, a vida é tão calma que parece ter parado. Ainda se ouvem os pássaros cantarem. Há apenas uma escola, um posto de saúde e um centro comunitário. A violência ali ainda não se hospedou. Os moradores se conhecem e não há grades nas portas das casas.
Foi próximo àquela região, em Saco Grande, povoado da então minúscula Formosa (GO), que no começo do século 20 nasceu um menino comprido de nome Santil Alves Ribeiro. Filho de agricultores pobres, seus pais mudavam sempre de lugar. Santil já nasceu pelejando. A fome os enxotava de tempos em tempos.
Com os netos: lição maior de sabedoria é legado precioso do avô - (Cadu Gomes/CB/D.A Press)
Com os netos: lição maior de sabedoria é legado precioso do avô
Aos 15 anos, o pai de Santil morreu. Filho mais velho, ele precisou assumir a mãe viúva e os irmãos. Esqueceu-se dele. Em vez de estudar, foi plantar, colher e criar porcos. Os irmãos ainda foram à escola. Aprenderam um bocadinho das letras. Casaram-se. Santil ficou moço velho. Ao completar 30 anos, a mãe lhe disse: “Você precisa se casar. Tem que ter uma família. Vou morrer e não quero deixar você sozinho”.
Obediente, Santil se casou aos 31 anos com sua Carmelita Guimarães, a Lita. “Era dia 6 de agosto de 1957. Já era moço velho”, conta. Ainda em Saco Grande, nasceu parte dos nove filhos. A família se mudou, em busca de terras melhores. Começavam os anos 1960. Santil, finalmente, chegou à região do Capão Seco.
A família se completou: Maria, Antônio, Santino, Pedro, Flávia, Dulita, Marcos, José e Ivonice. Nove filhos. Nove vidas pra cuidar. E foi ali que o homem que nunca escreveu o nome começou a rabiscar a sua melhor e mais emocionante história. Onde seus filhos e as outras crianças da região iriam estudar?
“Fé em mim”
Ditadura militar. Brasília estava sitiada pelas tropas. O Exército tomou conta da região do Capão Seco. Fez dali sua base estratégica. O comandante chamou Santil à sua casa, a única de alvenaria que havia. Queria saber quem era aquela gente que ali morava. Montado no seu burro, o destemido homem da roça foi ao encontro do homem de verde.
Até a Banda dos Fuzileiros Navais marcou presença no dia especial - (Cadu Gomes/CB/D.A Press)
Até a Banda dos Fuzileiros Navais marcou presença no dia especial
Santil lhe fez um pedido. Queria que chegasse uma escola à região. O comandante ficou de pensar. Mas não teve tempo. Adoeceu e teve que deixar o posto. No lugar dele, veio um sargento. “Moço, ele era brabo, mas eu tive coragem e pedi a escola de novo”, lembra. “Eu disse que gostava de homem que falava na hora, gente que fala atrás da moita não serve. O homem tomou fé em mim.”
Quinze dias depois, a escola chegou àquele lugar improvável. Onde? À casa do sargento. A professora? A mulher do militar, moça fina criada no Rio de Janeiro. Vieram as crianças do Capão Seco. O quartinho ficou pequeno. O que fazer? Procurar outro lugar. Acharam, a 3km dali, num barraco de tábua. A moça fina do Rio de Janeiro? “A mulher pelejou demais, mas deu conta de montar num burrinho, pra chegar até a escola”, conta Santil. Às vezes, era um dos filhos dele, Antônio, então com 7 anos, que buscava a professora. Um a um dos nove filhos dele estudou na escola que nasceu de um sonho.
O sargento e a professora, tempos depois, foram embora. Em 1969, a então Fundação Educacional do DF assumiu aquele lugar onde crianças aprendiam a ler e a escrever. E sonhavam que estavam longe dali. Virou, há 41 anos, Escola Classe Capão Seco. Hoje, naquele lugar não mais de tábua, estudam os filhos dos filhos do bravo Santil.
Comoção
No fim da manhã de ontem, o povoado parou. Havia uma inauguração no cento comunitário da região. Os alunos da escola, pais, professores e diretores de outras unidades rurais e até a Banda dos Fuzileiros Navais, que tocou o Hino Nacional, foram convidados. Ali, naquele lugar, nasceu a primeira biblioteca da região.
Por meio do Projeto Bibliotecas Casa do Saber, da Rede Gasol, que inaugurou ontem no DF a 87ª biblioteca, a coordenadora Carmen Gramacho, 65 anos, abriu a cerimônia. Emocionada, ela teve que conter as lágrimas. “Aqui será um espaço vivo da leitura, que é um caminho sem volta.” Sentado em meio às autoridades, Santil ouvia os discursos.
Presidente da Associação dos Bibliotecários do DF, Isa Antunes, 70 anos, que também é a responsável técnica pelas obras do projeto Casa Saber, lembrou: “Dados recentes do IBGE apontam 14 milhões de pessoas que não sabem ler e escrever no Brasil. Vamos diminuir esses números”.
Visivelmente emocionada, Consuelo Ferreira, 40 anos, diretora da Escola Classe Capão Seco, leu a história do guerreiro Santil, publicada no Correio, em 2 de maio deste ano. “Eu não queria que meus filhos usassem o dedão como eu”, ele dizia. Antônio Matias, 68, da Rede Gasol, lembrou que o projeto, que já inaugurou bibliotecas nos quatro contos do DF — de escolas a presídios, e até fora daqui —, só é possível graças à doação de livros da população de Brasília, nos postos da rede.
Santil ouviu tudo. Estavam ali os nove filhos, alguns moram bem longe, mas não deixaram de ir. Os netos. Os alunos da escola. As mães e os pais daquelas crianças. “Precisava acontecer alguma coisa boa nesse lugar”, diz Francisca Nazarinho, 47 anos, mãe de um aluno. “A comida nem foi pras panelas, mas eu não podia deixar de vir aqui. Essa biblioteca vai trazer sonhos pras nossas crianças”, emenda Neuraneide Novais, 37, mãe de duas alunas da Escola Classe. “Agora a gente pode pesquisar e fazer os trabalhos”, comemora Sandy Alves, 10.
Os filhos de Santil seguraram o choro. Santilo Ribeiro, 49 anos, comentou: “É uma homenagem em vida ao meu pai”. Antônio Ribeiro, 52, o então menino que trazia a professora carioca no burro, engasgou a voz: “É só emoção...”.
Passava do meio-dia e meia. A placa da biblioteca foi descerrada. E lá estava, em letras garrafais, o nome do homem que nunca pôde se sentar num banco de escola. Elegante, como só os verdadeiros lordes sabem sê-lo. A ele, todas as homenagens. Todas as condecorações. Do jeitinho simples, com suas palavras, ele disse a um comandante que o estudo salvaria a vida daquela gente. O homem de pompa e farda ouviu o homem humilde da roça. Começava, naquele dia, a ser escrita toda essa história.
A inteligência de Santil nunca se sentou num banco de escola. Nem foi preciso. E ainda assim ele virou um sábio.
Disponível em: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/09/10/cidades,i=212310/SANTIL+ANALFABETO+EMPRESTA+NOME+A+PRIMEIRA+BIBLIOTECA+DE+CAPAO+SECO.shtml
Publicação: 10/09/2010 07:51 Atualização: 10/09/2010 07:51
domingo, 18 de julho de 2010
9 de Julho de 1932 - Revolução Constitucionalista

O nosso obelisco foi construído com papelão reciclado, fita adesiva, cartolina, giz de cera, e canetinhas coloridas. Com um projeto eleborado pelo Milton (que aparece na foto e trabalha na biblioteca) desenhamos, colamos e recortamos. O obelisco consegue ficar em pé devido estar amarrado com um barbante no teto. Além disso tem um vídeo e um painel, ao lado da estrutura, que conta a história da revolução de 32, sendo o obelisco o lugar onde esta enterrado os soldados.Obelisco
Um obelisco (do latim obeliscus do grego ὀβελίσκος, diminutivo de ὀβελός "espeto") é um monumento comemorativo, típico do Antigo Egipto, constituído de um pilar de pedra em forma quadrangular alongada e sutil, que se afunila ligeiramente em direção a sua parte mais alta, normalmente decorado com inscrições hieroglíficas gravadas nos quatro lados, terminado com uma ponta piramidal. Os mais antigos obeliscos eram feitos a partir de apenas uma peça de pedra (monólitos).
Obelisco do Ibirapuera
O Obelisco Mausoléu aos Heróis de 32, também conhecido como Obelisco do Ibirapuera ou Obelisco de São Paulo, é um monumento funerário brasileiro localizado no Parque do Ibirapuera, São Paulo.
Símbolo da Revolução Constitucionalista de 1932, o obelisco é o maior monumento da cidade e tem 72 metros de altura. A construção do monumento foi iniciada em 1947 e concluída em 1970. Tombado pelos conselhos estadual e municipal de preservação de patrimônio histórico, o mausoléu do Obelisco guarda os corpos dos estudantes Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo (o M.M.D.C.) - mortos durante a Revolução de 1932 -, e de outros 713 ex-combatentes.
Para homenageá-los e preservar a memória da rebelião, há cenas bíblicas e passagens da história paulista feitas com pastilhas de mosaico veneziano.
O Obelisco é um projeto do escultor ítalo-brasileiro Galileo Ugo Emendabili, que chegou ao Brasil em 1923, quando tinha 34 anos de idade, pois estava fugindo de um regime fascista em seu país. O obelisco, feito em puro mármore travertino, foi inaugurado em 9 de julho de 1955, um ano após a inauguração do Parque do Ibirapuera. A Revolução Constitucionalista, Revolução de 1932 e Guerra Paulista foram os nomes dados ao movimento armado ocorrido no Brasil entre julho e outubro de 1932.
O obelisco tem inscrições acompanhadas de ícones em suas quatro faces. Iniciando pela face norte, seguindo pela face oeste, sul, e finalmente leste. O poema escrito é texto de Guilherme de Almeida, feito como homenagem aos revolucionários de 1932. Abaixo segue o texto:
"Aos épicos de julho de 32, que,
fiéis cumpridores da sagrada promessa
feita a seus maiores - os que
moveram as terras e as gentes por
sua força e fé - na lei puseram sua
força e em São Paulo sua Fé."
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